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sexta-feira, 30 de setembro de 2016

Juliana Pessoa agora está na OÁ Galeria



Faça uma visita!

Horário de funcionamento
Segunda a sexta de 11 às 19 horas
Aos sábados, com agendamento.

Endereço
Rua Aprígio de Freitas, 240A, Consolação, Vitória - ES.

Informações
(27) 3227 5443
oaobjetoarte@gmail.com

terça-feira, 8 de dezembro de 2015

Expressões de Sabedoria: educação, vida e saberes

Livro publicado pela EDUFBA, em 2002

"Aqui tudo é questão de conhecimento"
Mãe Stella de Oxóssi




Leia a entrevista com Mãe Stella:

sexta-feira, 4 de dezembro de 2015

Encerra hoje a exposição "oba: entre deuses e homens"


Foram mais de duas mil visitas. 

Dezenas de escolas levaram suas turmas para participar do Programa Educativo. 
O seminário e as rodas de conversa reuniram vários intelectuais, agentes culturais, zeladores de terreiros de candomblé, de umbanda, bem como contou com a presença de lideranças católicas e evangélicas. 

Muito obrigada ao MUCANE, por receber a exposição, ao NEAB/UFES, pelo apoio, e à Ceturb, que transportou gratuitamente quase todos os alunos da Escola Judith Góes, de Ponta da Fruta, até o museu. E, claro, agradeço a todas às pessoas que visitaram a exposição! E aos orixás...

Sala das Ayabás: Da esquerda para a direita - Oya I e Oya II, Nanã e Oxum, Iemanjá I e Iemanjá II
Veja este desenho ouvindo:

terça-feira, 17 de novembro de 2015

O Mucane e a consciência negra

Juliana Pessoa

Intervenção digital sobre desenho
A importância de um museu não pode ser avaliada apenas pela sua condição de guardião de memórias. Sem dúvida, essa é uma grandiosa tarefa. Contudo, ela se torna ainda maior quando levamos em conta o fato de que, ao guardar nosso passado, o museu é um espaço privilegiado para a projeção do futuro. Isso porque apenas quando conhecemos nosso passado é que podemos, efetivamente, construir algo novo e, assim, deixar o futuro chegar. Caso contrário, quando esquecemos nossa própria história, estamos condenados a apenas repeti-la.

domingo, 11 de outubro de 2015

Mais tempo para ver a exposição "oba: entre deuses e homens", em exibição no Mucane

Agora você tem até o dia 04 de dezembro para conferir a exposição

Veja a entrevista com Juliana Pessoa sobre a exposição no
Programa Magazine, exibido em 20/08/2015


Para agendar visitas no Programa Educativo, ligue: 3222 4560

quarta-feira, 23 de setembro de 2015

O Brasil e as religiões africanas - A Tribuna

O Mucane na 9ª Primavera dos Museus

O Programas Artes na Cidade, da GV/News, entrevista Wellington Barros do Nascimento, coordenador do Mucane, sobre a programação do museu na 9ª Primavera dos Museus.



A primavera chegou!

21/09/2015 18h25 - Atualizado em 21/09/2015 18h25

Primavera dos Museus chega a 9ª edição, com exposições e oficinas

Mucane e Museu do Pescador participam do projeto, que vai até dia 27, e resgatam a cultura indígena

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O Museu do Pescador participa da Primavera dos Museus (Foto: Elizabeth Nader/ Divulgação)O Museu do Pescador participa da Primavera dos Museus (Foto: Elizabeth Nader/ Divulgação)

segunda-feira, 21 de setembro de 2015

Hino dos orixás (umbanda)


Penso no dia que logo vai nascer 

E o meu peito se enche de emoção 
A esperança embate o meu ser 
Eu sou feliz e gosto de viver.


Pela beleza dos raios da manhã 
Eu te saúdo Mamãe Iansã 
Pela grandeza das ondas do mar 
Me abençoe Mamãe Iemanjá

Mediunidade na umbanda e intolerância religiosa

O minicurso realizado pelo Professor Rodrigo Queirós reuniu várias pessoas em um belo domingo de sol, no Museu Capixaba do Negro. Quem foi ao evento pôde ainda assistir à apresentação do grupo AraKorin: musicalidade e corporeidade afro-brasileira.

Grupo AraKorin: musicalidade e corporeidade afro-brasileira durante a abertura do minicurso

Roda de conversa com a mãe Anajete



Visita da Escola Judith Góes ao Mucane II

Pose para foto

O mito e a concepção de orixá no candomblé

VI Congresso Internacional de Filosofia da Psicanálise e
X Simpósio de Filosofia e Psicanálise: Tempos de guerras atuais


O mito e a concepção de orixá no candomblé

Juliana Pessoa

Em seu texto “Para quê poetas?”, escrito no ano de 1946, Heidegger nos alerta para o fenômeno da fuga dos deuses, que ameaça arrancar o fundamento do mundo e apagar a sua história. De acordo com o filósofo, essa fuga da divindade não significa que nós perdemos nossa capacidade de estabelecer alguma relação possível com os deuses e professar uma determinada religião. Esse fenômeno não é da ordem religiosa, mas ontológica, isto é, se relaciona com o modo como o homem compreende a verdade e, consequentemente, concebe o que é real. De uma maneira geral, nossa época não reconhece mais os deuses como o fundamento da realidade; e mais, segundo Heidegger, já estamos praticamente nos tornando incapazes de sentir essa ausência do sagrado como uma falta. Essa incapacidade é o principal índice da positividade de nosso esquecimento.

segunda-feira, 31 de agosto de 2015

Seminário "Nagôs e bantus: entre deuses e homens"

Dona do raio: o vento/A dona do raio e do vento - Maria Bethania


Juliana Pessoa. Oyá I. Carvão e giz sobre papel. 2,00 X 1,20m

Canto de Nanã - Maria Bethania

Juliana Pessoa. Nanã. Carvão e giz sobre papel. 2,00 X 1,20m

Canto de Oxum/Iemanjá, rainha do mar - Maria Bethania


Juliana Pessoa. Oxum. Carvão e giz sobre papel. 2,00 X 1,20m
Juliana Pessoa. Iemanjá. Carvão e giz sobre papel. 2,00 X 1,20m

"oba: entre deuses e homens": sala das divindades femininas


Da esquerda para a direita: Oyá I, Oyá II, Nanã, Oxum, Iemanjá I e Iemanjá II



Segunda mesa do Seminário "Nagôs e bantus: entre deuses e homens"