segunda-feira, 21 de setembro de 2015

Hino dos orixás (umbanda)


Penso no dia que logo vai nascer 

E o meu peito se enche de emoção 
A esperança embate o meu ser 
Eu sou feliz e gosto de viver.


Pela beleza dos raios da manhã 
Eu te saúdo Mamãe Iansã 
Pela grandeza das ondas do mar 
Me abençoe Mamãe Iemanjá

Mediunidade na umbanda e intolerância religiosa

O minicurso realizado pelo Professor Rodrigo Queirós reuniu várias pessoas em um belo domingo de sol, no Museu Capixaba do Negro. Quem foi ao evento pôde ainda assistir à apresentação do grupo AraKorin: musicalidade e corporeidade afro-brasileira.

Grupo AraKorin: musicalidade e corporeidade afro-brasileira durante a abertura do minicurso

Roda de conversa com a mãe Anajete



Visita da Escola Judith Góes ao Mucane II

Pose para foto

O mito e a concepção de orixá no candomblé

VI Congresso Internacional de Filosofia da Psicanálise e
X Simpósio de Filosofia e Psicanálise: Tempos de guerras atuais


O mito e a concepção de orixá no candomblé

Juliana Pessoa

Em seu texto “Para quê poetas?”, escrito no ano de 1946, Heidegger nos alerta para o fenômeno da fuga dos deuses, que ameaça arrancar o fundamento do mundo e apagar a sua história. De acordo com o filósofo, essa fuga da divindade não significa que nós perdemos nossa capacidade de estabelecer alguma relação possível com os deuses e professar uma determinada religião. Esse fenômeno não é da ordem religiosa, mas ontológica, isto é, se relaciona com o modo como o homem compreende a verdade e, consequentemente, concebe o que é real. De uma maneira geral, nossa época não reconhece mais os deuses como o fundamento da realidade; e mais, segundo Heidegger, já estamos praticamente nos tornando incapazes de sentir essa ausência do sagrado como uma falta. Essa incapacidade é o principal índice da positividade de nosso esquecimento.

segunda-feira, 31 de agosto de 2015

Seminário "Nagôs e bantus: entre deuses e homens"

Dona do raio: o vento/A dona do raio e do vento - Maria Bethania


Juliana Pessoa. Oyá I. Carvão e giz sobre papel. 2,00 X 1,20m

Canto de Nanã - Maria Bethania

Juliana Pessoa. Nanã. Carvão e giz sobre papel. 2,00 X 1,20m

Canto de Oxum/Iemanjá, rainha do mar - Maria Bethania


Juliana Pessoa. Oxum. Carvão e giz sobre papel. 2,00 X 1,20m
Juliana Pessoa. Iemanjá. Carvão e giz sobre papel. 2,00 X 1,20m

"oba: entre deuses e homens": sala das divindades femininas


Da esquerda para a direita: Oyá I, Oyá II, Nanã, Oxum, Iemanjá I e Iemanjá II



Segunda mesa do Seminário "Nagôs e bantus: entre deuses e homens"



Do humano ao divino - A Gazeta

Artigo de Fernando Pessoa publicado no "Caderno Pensar", do jornal A Gazeta, no dia 22 de agosto de 2015, sobre a exposição "oba: entre deuses e homens", de Juliana Pessoa.


domingo, 23 de agosto de 2015

Visita da escola Judith Góes ao Mucane

Com o apoio da Ceturb, que ofereceu transporte gratuito, várias turmas da escola Judith Góes puderam participar do Programa Educativo "oba: festa e alegria", promovido pela exposição "oba: entre deuses e homens". Meus agradecimentos à Ceturb, pelo transporte, e à pedagoga Michele, que aceitou nosso convite e coordenou as visitas.

quinta-feira, 6 de agosto de 2015

Programa Educativo "oba: festa e alegria"

Material preparado para a formação dos mediadores do Programa Educativo da exposição "oba: entre deuses e homens", que será realizada no Museu Capixaba do Negro, de 13 de agosto até 13 de outubro, de 2015


O QUE É CANDOMBLÉ?