Dezenas de escolas levaram suas turmas para participar do Programa Educativo.
O seminário e as rodas de conversa reuniram vários intelectuais, agentes culturais, zeladores de terreiros de candomblé, de umbanda, bem como contou com a presença de lideranças católicas e evangélicas.
Muito obrigada ao MUCANE, por receber a exposição, ao NEAB/UFES, pelo apoio, e à Ceturb, que transportou gratuitamente quase todos os alunos da Escola Judith Góes, de Ponta da Fruta, até o museu. E, claro, agradeço a todas às pessoas que visitaram a exposição! E aos orixás...
Sala das Ayabás: Da esquerda para a direita - Oya I e Oya II, Nanã e Oxum, Iemanjá I e Iemanjá II
Veja este desenho ouvindo:
Trailer do documentário "Terão de nos matar primeiro", de Johana Schwartz. Quando grupos terroristas invadem o norte do Mali, eles destroem estações de rádio, atacam artistas e proíbem a música, ameaçando a antiga e rica tradição cultural do país. Contudo, empunhando seus instrumentos e com o poder de suas vozes, músicos locais afirmam: para isso, terão que nos matar primeiro, nós não vamos nos silenciar.
A importância
de um museu não pode ser avaliada apenas pela sua condição de guardião de memórias. Sem dúvida, essa é
uma grandiosa tarefa. Contudo, ela se torna ainda maior quando levamos em conta
o fato de que, ao guardar nosso passado, o museu é um espaço privilegiado para
a projeção do futuro. Isso porque apenas quando conhecemos nosso passado é que
podemos, efetivamente, construir algo novo e, assim, deixar o futuro chegar.
Caso contrário, quando esquecemos nossa própria história, estamos condenados a apenas
repeti-la.
Palestra, de Juliana Pessoa, realizada no colégio Primeiro Mundo, para os alunos do 8° ano, no dia 29/10. Agradeço ao professor João Carlos pelo convite, à professora Kátia pela participação e, principalmente, aos alunos e alunas pela atenção e por sua excelentes perguntas.
Somente renovando a
língua é que se pode renovar o mundo.
João Guimarães Rosa
Embora Heidegger
não tenha problematizado explicitamente o tema da educação, esse problema está
presente de modo velado em diversas obras de seu pensamento, à medida que a sua
tarefa fundamental é recolocar a questão da verdade do ser na relação com aessência
do homem e, assim, numa espécie de “educação ontológica”, trazer o homem de
volta à propriedade de seu ser: “Para onde se dirige a cura senão no sentido de reconduzir o homem de volta à sua
essência?”[1]
Agora você tem até o dia 04 de dezembro para conferir a exposição
Veja a entrevista com Juliana Pessoa sobre a exposição no
Programa Magazine, exibido em 20/08/2015
Para agendar visitas no Programa Educativo, ligue: 3222 4560
terça-feira, 6 de outubro de 2015
Vídeos: A arte no pensamento
Françoise Dastur, Fernando Pessoa, Emmanuel Carneiro Leão e Gilvan Fogel
2) VÍDEOS:
Seminários Internacionais Museu Vale
Arte no pensamento
Produção: Museu Vale e TVE-Vitória
Edição: Fernando Pessoa
A arte no pensamento. Françoise Dastur (partes 1 e 2)
A arte no pensamento antigo. Emmanuel Carneiro Leão
A arte no pensamento antigo. John Sallis
A arte no pensamento de Platão. Felipe Bellintani Ribeiro
A arte no pensamento de Platão. Carla Francalanci
A arte no pensamento de Aristóteles. Fernando Santoro
A arte no pensamento de Kant - Pedro Costa Rego
A arte no pensamento moderno - Virgínia de Araújo Figueiredo
A arte no pensamento de Schiller - Ricardo Barbosa
A arte no pensamento de Schelling - Marcia Sá Cavalcante Schuback
A arte no pensamento de Hegel. Rodrigo Duarte
A arte no pensamento de Nietzsche. Gilvan Fogel
A arte no pensamento de Nietzsche. Oswaldo Giacóia Júnior A arte no pensamento de Walter Benjamin. Bernardo B. C. de Oliveira Do moderno ao contemporâneo. Celso Favaretto Paisagens da arte contemporânea. Márcio Seligmann Silva O corpo e a dança contemporânea. Maria Cristina Franco Ferraz A arte no pensamento de Heidegger - Fernando Pessoa
Bernardo B. C. de Oliveira, Fernando Santoro, Rodrigo Duarte, Marcia Schuback e Françoise Dastur
O Programas Artes na Cidade, da GV/News, entrevista Wellington Barros do Nascimento, coordenador do Mucane, sobre a programação do museu na 9ª Primavera dos Museus.
O minicurso realizado pelo Professor Rodrigo Queirós reuniu várias pessoas em um belo domingo de sol, no Museu Capixaba do Negro. Quem foi ao evento pôde ainda assistir à apresentação do grupo AraKorin: musicalidade e corporeidade afro-brasileira.
Grupo AraKorin: musicalidade e corporeidade afro-brasileira durante a abertura do minicurso
Em seu texto “Para quê poetas?”, escrito no ano de 1946,
Heidegger nos alerta para o fenômeno da fuga
dos deuses, que ameaça arrancar o fundamento do mundo e apagar a sua
história. De acordo com o filósofo, essa fuga da divindade não significa que
nós perdemos nossa capacidade de estabelecer alguma relação possível com os
deuses e professar uma determinada religião. Esse fenômeno não é da ordem
religiosa, mas ontológica, isto é, se relaciona com o modo como o homem compreende
a verdade e, consequentemente, concebe o que é real. De uma maneira geral,
nossa época não reconhece mais os deuses como o fundamento da realidade; e
mais, segundo Heidegger, já estamos praticamente nos tornando incapazes de
sentir essa ausência do sagrado como uma falta. Essa incapacidade é o principal
índice da positividade de nosso esquecimento.