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domingo, 29 de abril de 2018

Encontro - Nonada.



O encontro pretende apresentar diferentes perspectivas da exposição - Nonada., da artista Juliana Pessoa, que ocorrerá no Complexo Teatro Deodoro, em Maceió, discutindo tanto os fenômenos históricos, quanto as manifestações artísticas que motivaram a produção dos trabalhos. Nesse sentido, participarão do evento a professora Célia Nonata da Silva, a artista e produtora cultural Alice Barros, os professores Pedro Lima Vasconcelos e Fernando Mendes Pessoa e a artista Juliana Pessoa.   

PÚBLICO-ALVO

Professores e professoras da rede pública de ensino, profissionais ligados aos direitos humanos e assistência social, pessoas  interessadas pelo tema, leigas e especialistas.

QUANDO
12 de maio10:30 às 16:00.
ONDE
INFORMAÇÕES
82 3315 5656

ENTRADA  GRATUITA 

PROGRAMAÇÃO

10h30min às 12h
Mesa 1 - SERTÃO: A TERRA, O HOMEM, A LUTA 

Uma reflexão sobre os principais fenômenos históricos que motivaram a produção dessa exposição: o massacre de Belo Monte e o ciclo do cangaço.
PALESTRANTES
Professora Célia Nonata da Silva 
(UFAL)
Professor Pedro Lima Vasconcelos
(UFAL)

13h às 14h
Mesa 2 - SERTÃO: EM PALAVRAS E IMAGENS

Uma discussão sobre o imaginário do sertão e do sertanejo.  E apresentação do eixo curatorial da exposição.
PALESTRANTES
Alice Barros
(artista, poeta e arte-educadora)
Juliana Pessoa
(artista plástica)

15h
VISITA MEDIADA PARA O PÚBLICO


SOBRE OS PALESTRANTES


Possui graduação e mestrado em História, e doutorado em História das Culturas Políticas, todos pela UFMG. Atualmente é professora do curso de História da UFAL, onde coordenou o curso de Pós Graduação LATU SENSU "História Social do Poder". Atuou como pesquisadora do NEAD/IICA com o Projeto "O Pensamento Católico e a Questão Agrária" (2006). É membro do conselho editorial da Revista Sertões (UERN). Coordena o Grupo de Pesquisa: História Social do Crime em parceria com o Centro de Culturalle Dante Alighieri e a Secretaria de Defesa Social de Alagoas - SEDS. Em 2017, lançou o livro DISCERE CRIMINUM: Crime, violência e poder.



Possui Mestrado em Ciências da Religião pela Universidade Metodista de São Paulo, Doutorado em Ciências Sociais pela PUC-SP, Livre-docência em Ciências da Religião pela mesma universidade e Pós-Doutorado em História pela UNICAMP.

É professor do Programa de Pós-Graduação em História da UFAL. Entre suas obras destacam-se O Belo Monte de Antonio Conselheiro: uma invençãobiblada” (Edufal, Maceió, 2015), e Antonio Conselheiro por ele mesmo Realizações, São Paulo, 2017), trabalho em que transcreve e analisa manuscrito produzido pelo líder do Belo Monte.


Possui graduação em Arte-educação pela Faculdade de Artes Dulcina de Moraes/DF, e em Licenciatura Plena em Artes Plásticas pelo Centro de Estudos Superiores de Maceió​, bem como cursou Antropologia Audiovisual no Instituto de Ciências Sociais da UFAL. É poeta, artista visual, arte educadora e produtora cultural. Como arte-educadora, desenvolve oficinas e palestras nas redes pública e privada de ensino. Como produtora cultural, desenvolve projetos, pesquisas, curadorias e montagens de exposições. Participou de exposições em Brasília e Maceió, dentre elas: “Antropomorfia – À Sombra dos Orixás”, no Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional em Alagoas,



Possui graduação em Artes e mestrado em Filosofia, ambos pela UFES. Em 2017, participou do curso Procedência e Propriedade, ministrado pelo professor Charles Watson. Atuou como professora no curso de Filosofia,  EAD, da UFES. E também foi mediadora nos serviços educativos do Museu Vale e da Casa Fiat de Cultura realizou diversas exposições coletivas e individuais, dentre elas, oba: entre deuses e homens, no Museu Capixaba do Negro, onde também organizou o seminário Nagôs e bantus: entre deuses e homens. Em 2018, foi selecionada para expor na Semana da Cultura Brasileira, que ocorrerá em outubro, na cidade de Sófia, Bulgária; e na galeria de arte da UFF, em dezembroAtualmente é representada pela Galeria





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