quarta-feira, 9 de março de 2016

Verdade e liberdade - Frei Hermógenes Harada



VERDADE E LIBERDADE

Seminário sobre o texto:
Da essência da verdade, de Heidegger

Frei Hermógenes Harada

(http://www.freiharada.com.br/)


(2º SEMESTRE de 1970)


quarta-feira, 27 de janeiro de 2016

Entrevista de Heidegger III

"Já só um Deus pode ainda nos salvar"

Capa da edição da revista Der Spiegel que traz
a publicação da entrevista de Heidegger.



A entrevista, realizada em 23 de Setembro de 1966, foi conduzida pelo diretor e editor de Der Spiegel, Rudolf Augstein, em presença de George Wolff e H. W. Petzet, mediante o acordo de apenas ser publicada após a morte do filósofo. Desse modo, a entrevista foi publicada no nº23 da revista, em 1976.

Gilvan Fogel - Por que não teoria do conhecimento? Conhecer é criar

Cadernos Nietzsche, no 13 – São Paulo – 2002 
ISSN 1413-7755

Por que não teoria do conhecimento? 
Conhecer é criar 

Gilvan Fogel* 

Resumo: Partindo de um fragmento póstumo de Nietzsche, o autor explica por que o filósofo alemão nega a teoria do conhecimento enquanto disciplina em proveito de uma nova noção de conhecimento. Para isso, ele assinala, de um lado, a imbricação entre a concepção tradicional de conhecimento e os pressupostos cartesianos; e recorre, de outro, ao esclarecimento de conceitos como perspectiva e afeto, presentes, para Nietzsche, em todo ato de conhecimento. 

Palavras-chave: conhecimento – perspectiva – afetos 


Trecho de "Ecce Homo" - Prefácio





Trecho de "O Nascimento da tragédia" - Tentativa de autocrítica




O NASCIMENTO DA TRAGÉDIA 
ou 
HELENISM0¹ E PESSIMISMO 


TENTATIVA DE AUTOCRÍTICA 

Entrevista de Gilvan Fogel à Revista Teias

REVISTA TEIAS, v. 14 • n. 32 • 228-238 • maio/ago. 2013 



 ENTREVISTA ‒ PROFESSOR GILVAN FOGEL

Affonso Henrique Vieira da Costa 
Carlos Roberto de Carvalho

Estamos eu, professor Affonso Henrique Vieira da Costa, e o professor Carlos Roberto de Carvalho, nessa bela tarde de sábado, na casa do professor Gilvan Fogel, professor titular de Filosofia da Universidade Federal do Rio de Janeiro e autor de diversos livros, entre os quais destacamos: Da solidão perfeita, lançado pela editora Vozes em 1999, Conhecer é criar, lançado pela editora Unijuí em 2003, Que é filosofia, lançado pela editora Ideias e Letras em 2009, O homem doente do homem e a transfiguração da dor, lançado pela Mauad X em 2010 e Sentir, ver, dizer – cismando coisas de arte e de filosofia, lançado pela Mauad X em 2012.

Entrevista com Oswaldo Giacoia à Revista Pandora Brasil

REVISTA PANDORA BRASIL, n. 37, Dezembro de 2011 – ISSN 2175-3318, p. 01-06



ENTREVISTA COM OSWALDO GIACOIA JUNIOR

Márcia Rosane Junges
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RESUMO: A inocência do vir-a-ser é o “grande sim” que Nietzsche buscava com sua filosofia da tragédia, analisa Oswaldo Giacoia. Concepção trágico-pagã de justiça era contraposta às teorias de justiça hegemônicas da modernidade europeia, marcadas pela influência espiritual do Cristianismo.
PALAVRAS-CHAVE: Filosofia. Tragédia. Existência.
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Entrevista de Heidegger II



Entrevista de Martin Heidegger com o monge Bhikku Maha Mani


Parte I

Entrevista de Heidegger I


Entrevista de Heidegger ao L ‘Express por ocasião das comemorações de seus 80 anos - publicada no Caderno B do Jornal do Brasil, em 01 de novembro de 1969.


MARTIN HEIDEGGER AOS 80 ANOS: O MAIS IMPORTANTE É AINDA PENSAR




"Nós que aqui estamos, por vós esperamos"


"Diz-se que o século XX é (foi?) o século das imagens. De fato, o cinema e, depois, a televisão povoaram a imaginação de seus respectivos contemporâneos. Num certo sentido, o filme de Marcelo Masagão se propõe a dupla tarefa de verificar como uma civilização construiu-se a si própria na forma de imagens e, alternativamente, como essas imagens reconstruíram uma civilização".
Arlindo Machado, em Esse maravilhoso e repulsivo século XX



Ano de produção: 1999
Duração: 72 minutos
Direção, Edição, Produção e Pesquisa: Marcelo Masagão
Roteiro:Marcelo Masagão, José Eduardco Valadares
Música: Wim Mertens



sexta-feira, 8 de janeiro de 2016

Poemas - João Cabral de Melo Neto



Índice

Psicologia da Composição
Tecendo a manhã
Uma faca só lâmina
Poemas da cabra
O cão sem plumas
Alguns toureiros
O ferrageiro de Carmona
O artista inconfessável
Resposta a Vinicius de Moraes
Autobiografia de um só dia
Auto-crítica
Escritos com o corpo
A Augusto de Campos
O que se diz ao editor a propósito de poemas
Falar com coisas
A educação pela pedra

O sertanejo falando

terça-feira, 8 de dezembro de 2015

Expressões de Sabedoria: educação, vida e saberes

Livro publicado pela EDUFBA, em 2002

"Aqui tudo é questão de conhecimento"
Mãe Stella de Oxóssi




Leia a entrevista com Mãe Stella:

sexta-feira, 4 de dezembro de 2015

Encerra hoje a exposição "oba: entre deuses e homens"


Foram mais de duas mil visitas. 

Dezenas de escolas levaram suas turmas para participar do Programa Educativo. 
O seminário e as rodas de conversa reuniram vários intelectuais, agentes culturais, zeladores de terreiros de candomblé, de umbanda, bem como contou com a presença de lideranças católicas e evangélicas. 

Muito obrigada ao MUCANE, por receber a exposição, ao NEAB/UFES, pelo apoio, e à Ceturb, que transportou gratuitamente quase todos os alunos da Escola Judith Góes, de Ponta da Fruta, até o museu. E, claro, agradeço a todas às pessoas que visitaram a exposição! E aos orixás...

Sala das Ayabás: Da esquerda para a direita - Oya I e Oya II, Nanã e Oxum, Iemanjá I e Iemanjá II
Veja este desenho ouvindo:

quinta-feira, 19 de novembro de 2015

Terão de nos matar primeiro

Trailer do documentário "Terão de nos matar primeiro", de Johana Schwartz. Quando grupos terroristas invadem o norte do Mali, eles destroem estações de rádio, atacam artistas e proíbem a música, ameaçando a antiga e rica tradição cultural do país. Contudo, empunhando seus instrumentos e com o poder de suas vozes, músicos locais afirmam: para isso, terão que nos matar primeiro, nós não vamos nos silenciar.  


terça-feira, 17 de novembro de 2015

O Mucane e a consciência negra

Juliana Pessoa

Intervenção digital sobre desenho
A importância de um museu não pode ser avaliada apenas pela sua condição de guardião de memórias. Sem dúvida, essa é uma grandiosa tarefa. Contudo, ela se torna ainda maior quando levamos em conta o fato de que, ao guardar nosso passado, o museu é um espaço privilegiado para a projeção do futuro. Isso porque apenas quando conhecemos nosso passado é que podemos, efetivamente, construir algo novo e, assim, deixar o futuro chegar. Caso contrário, quando esquecemos nossa própria história, estamos condenados a apenas repeti-la.

sábado, 31 de outubro de 2015

"Algumas histórias sobre a África"

Palestra, de Juliana Pessoa, realizada no colégio Primeiro Mundo, para os alunos do 8° ano, no dia 29/10. Agradeço ao professor João Carlos pelo convite, à professora Kátia pela participação e, principalmente, aos alunos e alunas pela atenção e por sua excelentes perguntas.

segunda-feira, 19 de outubro de 2015

A educação ontológica - 
uma possível relação entre educação e arte,
a partir do pensamento de Martin Heidegger*



Fernando Pessoa


Somente renovando a língua é que se pode renovar o mundo.

João Guimarães Rosa



Embora Heidegger não tenha problematizado explicitamente o tema da educação, esse problema está presente de modo velado em diversas obras de seu pensamento, à medida que a sua tarefa fundamental é recolocar a questão da verdade do ser na relação com aessência do homem e, assim, numa espécie de “educação ontológica”, trazer o homem de volta à propriedade de seu ser: “Para onde se dirige a cura senão no sentido de reconduzir o homem de volta à sua essência?”[1]

domingo, 11 de outubro de 2015

Mais tempo para ver a exposição "oba: entre deuses e homens", em exibição no Mucane

Agora você tem até o dia 04 de dezembro para conferir a exposição

Veja a entrevista com Juliana Pessoa sobre a exposição no
Programa Magazine, exibido em 20/08/2015


Para agendar visitas no Programa Educativo, ligue: 3222 4560